Retorno ao tempo pelo desato dos laços
Da renúncia do amor que acreditava eterno
Caminhando em solidão, no correr dos passos
A cor de uma paixão que não mais governo
Vivo as lembranças de beijos e abraços
Corpos entrelaçados, aquecidos no inverno
Desejosos em união, iluminando os espaços
Corações apaixonados em versos que esterno no extremo da erosão
Já não existe perdão elegia da paixão
Quando o instante foi corrupto sonegando a eternidade
Furtando-me a emoção quando a minha arte a ti
Já não tem atração, sigo ermo em direção ao meu fado
Abrupto a mercê da sorte pela saudade em digestão.
Da renúncia do amor que acreditava eterno
Caminhando em solidão, no correr dos passos
A cor de uma paixão que não mais governo
Vivo as lembranças de beijos e abraços
Corpos entrelaçados, aquecidos no inverno
Desejosos em união, iluminando os espaços
Corações apaixonados em versos que esterno no extremo da erosão
Já não existe perdão elegia da paixão
Quando o instante foi corrupto sonegando a eternidade
Furtando-me a emoção quando a minha arte a ti
Já não tem atração, sigo ermo em direção ao meu fado
Abrupto a mercê da sorte pela saudade em digestão.
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